terça-feira, 28 de maio de 2013

Cometa Halley


O cometa causou pânico em sua passagem em 1910 Foto: Nasa / Divulgação


O Halley é um cometa famoso que "visita a Terra" a cada 75 ou 76 anos, quando atinge o ponto mais próximo do Sol - o periélio. Sua última aparição foi em 1986. Por alguns dias, ele ficou (mais ou menos...) visível até mesmo a olho nu. Ao se afastar da Terra, o cometa seguiu em sua órbita elíptica. Segundo cálculos da Nasa, ele está hoje a 4,7 bilhões de km do Sol. Isso é quase 31 vezes a distância entre a Terra e nossa estrela mãe. E ele segue se afastando. Estima-se que o Halley irá atingir o ponto mais distante do Sol - o chamado afélio - no final de 2023. Nesse ano, o cometa estará a 5,3 bilhões de km do Sol, e, então, irá iniciar seu caminho de volta. Somente em 2061 é que deve acontecer a próxima "visita" do Halley - o ano em que ele atinge o periélio novamente. Ainda é cedo para cravar em qual época de 2061 ele estará mais perto da Terra. Mas a Nasa estima que será no mês de junho.
A velocidade do Halley não é constante. Segundo a Nasa, em 1910, ele passou aqui pela "vizinhança" a 70,6 km/s. Já em 1998, sua velocidade era de 63,3 km/s. A órbita do Halley é retrógrada: ele gira no sentido contrário ao dos planetas. Ela também é inclinada "para baixo", formando um ângulo de 18º com a órbita do Sol.

Lembro que, quando criança, assistindo a um dos episódios da série "Túnel do Tempo", os dois viajantes foram parar exatamente no ano de 1910, no dia da passagem do cometa pelos céus da Terra. O pânico era generalizado na época, pois acreditava-se que seria o fim do mundo.

Segue abaixo o link da notícia que conta resumidamente o fato à época dessa passagem.

"Cometa pode matar toda a vida": há 103 anos, Halley apavorou a Terra. 

domingo, 19 de maio de 2013

Vida de professor - vida de aluno



Reproduzo aqui uma postagem do Facebook, junto a um comentário de uma amiga: "Vou colocar em projeção essa imagem para os alunos do Ensino Médio que só sabem reclamar da vida !!!"
Serve para repensar e pesar as reais dificuldades que enfrentamos ou criamos para justificar o desprezo com que muitos encaram a sublime possibilidade de aprender e, mais importante que isso, crescer!




Agência da ONU sugere dieta a base de insetos contra fome no mundo

A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO, na sigla em inglês), lançou em Roma nesta segunda-feira (13) um programa que incentiva a criação em larga escala de insetos para reforçar a segurança alimentar. Segundo o órgão, insetos são alimentos ricos em nutrientes, de baixo custo, ecológico e “delicioso”.


É sabido que muitos povos já fazem uso das mais variadas espécies de insetos na sua alimentação. A divulgação e sugestão desse cardápio para outras culturas é relevante. São abundantes, baratos e ricos em proteínas (alguns), mas é importante comentar também que não se deve abandonar o "feijão com arroz" local. Deve ser esclarecido que os insetos vêm complementar a alimentação, e não substituí-la. Até porque nem tudo é tão "delicioso" assim.

Vulcões

Em geral, um vulcão é qualquer lugar onde uma certa quantidade de material é expelida de dentro do planeta para a superfície terrestre. A estrutura de um vulcão e a intensidade de sua erupção dependem de uma série de fatores, principalmente da composição do magma.

Embora os cientistas tenham desvendado muitos mistérios a respeito dos vulcões, o conhecimento sobre eles não os tornou menos fascinantes. A imagem abaixo justifica esse fascínio.















Outras imagens assustadoramente belas estão disponíveis em 
http://noticias.uol.com.br/meio-ambiente/album/2013/05/17/fotografo-caca-vulcoes-ativos-no-planeta.htm?abrefoto=14#fotoNav=3

domingo, 5 de maio de 2013

Extinção humana


No portal ambiente brasil <ambientebrasil.com.br> tem uma matéria interessante citando alguns riscos de extinção para a raça humana. Vale uma reflexão, mas incluiria, ainda, mais uma possibilidade: a falta de capacidade de manter um grau de interação com os outros organismos que dividem a nossa mesma "casa", o Planeta Terra. A interação está difícil até mesmo dentro da nossa própria espécie, e aí pode estar um caminho para o nosso fim. É sabido que, dentro de uma comunidade, algumas espécies são eliminadas por não conseguirem manter uma relação de equilíbrio com outras populações.
Segue o link da matéria: